Procedimento usado pelo FBI para desbloquear o iPhone vaza na internet

No ano passado, a Apple e o FBI entraram em pé de guerra porque a empresa de tecnologia se recusou a ajudar a desbloquear o iPhone do atirador de San Bernardino. Depois de meses de briga, o FBI acabou contratando a empresa israelense Cellebrite que tinha um método para extrair dados do smartphone.
Porém, a história não acabou. A Cellebrite teve 900 GB de dados hackeados no mês passado e as informações de como desbloquear aparelhos Android, iPhone e BlackBerry vazaram na internet. Além disso, os dados sugerem que a empresa vendeu a sua tecnologia como governos da Turquia, Emirados Árabes Unidos e Rússia.
O hacker alegou ter tirado os dados de um servidor remoto da empresa e que os arquivos estavam criptografados, mas que foi possível contornar a proteção. Entre os arquivos dedicados ao sistema operacional iOS é possível encontrar ferramentas conhecidas do mundo do jailbreak, como o limera1n e o QuickPwn.
Apesar de os dados estarem a internet, não significa que é possível desbloquear qualquer celular. Primeiro, para a técnica funcionar, é preciso ter acesso ao aparelho físico; além disso, ele não funciona com dispositivos que tenham como bloqueio leitura biométrica.
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