O que é esse “XML”?

Alguns já devem ter percebido que hoje em dia em quase todos os projetos temos um pouquinho desse cara o “XML”, encontramos ele em tudo que é lugar, seja em projetos complexos como sistemas web ou até mesmo em uma simples apresentação de slideshow ou galeria de imagens, ele está sempre facilitando a comunicação entre linguagens como o Java, HTML, Java script, Actionscript dentre outras.
Mais o que é esse danado de “XML”?
Bom XML que significa (Extensible Markup Language) nada mais é que uma linguagem de marcação de dados, onde seu propósito principal é aumentar a facilidade de compartilhamento de informações através da internet, basicamente podemos mapear quse tudo com ele, atualmente é uma recomendação da W3C para gerar linguagens de marcação para necessidades especiais.
Nota: W3C (World Wide Web Consortium que é o órgão internacional de padrões para web).
O XML é uma linguagem derivada da SGML (acrônimo de Standard Generalized Markup Language, ou Linguagem Padronizada de Marcação Genérica) a mesma linguagem que deu origem ao HTML, por isso existem algumas semelhanças entre XML e o próprio HTML, é capaz de descrever diversos tipos de dados.
Entre linguagens baseadas em XML incluem-se XHTML (formato para páginas Web), RDF,SDMX ,SMIL, MathML (formato para expressões matemáticas), NCL, XBRL, XSIL e SVG (formato gráfico vetorial). A principal característica do XML, de criar uma infra-estrutura única para diversas linguagens, é que linguagens desconhecidas e de pouco uso também podem ser definidas sem maior trabalho e sem necessidade de ser submetidas aos comitês de padronização.
História
Na década de 1990, o World Wide Web Consortium (W3C) começou a trabalhar em uma linguagem de marcação que combinasse a flexibilidade da SGML com a simplicidade da HTML. O princípio do projeto era criar uma linguagem que pudesse ser lida por software, e integrar-se com as demais linguagens. Sua filosofia seria incorporada por vários princípios importantes:
Separação do conteúdo da formatação
Simplicidade e legibilidade, tanto para humanos quanto para computadores
Possibilidade de criação de tags sem limitação
Criação de arquivos para validação de estrutura (chamados DTDs)
Interligação de bancos de dados distintos
Concentração na estrutura da informação, e não na sua aparência
O XML é um formato para a criação de documentos com dados organizados de forma hierárquica, como se vê, frequentemente, em documentos de texto formatados, imagens vetoriais ou bancos de dados.
Pela sua portabilidade, já que é um formato que não depende das plataformas de hardware ou de software, um banco de dados pode, através de uma aplicação, escrever em um arquivo XML, e outro banco distinto pode ler então estes mesmos dados.
Exemplo de um código XML descrevendo filmes:
Ao abrir as tags filme, dentro do seu corpo posso adicionar características individuais a cada um dos filmes, como nome, gênero e etc. Fazendo assim um mapeamento dos dados. 
Vantagens e desvantagens
Com relação aos outros "formatos universais para intercâmbio de dados" já propostos e experimentados, o XML apresenta diversas vantagens técnicas, mas são as vantagens não-técnicas que o torna um tópico de tão grande importância:
É um padrão "de fato" e formalmente: num universo onde cada desenvolvedor e cada fabricante tem a liberdade de criar e impor seu próprio formato, a aceitação do XML tem sido vista como o seu maior trunfo.
Tem sua origem em uma instituição de padronização das mais abertas e dinâmicas, o W3C.
Baseia-se na experiência de sucesso do SGML, sendo considerado inclusive o "sucessor da SGML".
Vantagens técnicas
É baseado em texto (TXT).
Com relação aos formatos não-texto (binários), um debate existe desde os tempos do SGML, mas ainda hoje a comunidade de usuários e desenvolvedores prefere o texto ao binário, e as opções do tipo txt.zip (texto comprimido) tais como o OpenDocument são a saída mais largamente adotada.
Suporta Unicode, permitindo que a maior parte da informação codificada em linguagem humana possa ser comunicada.
Pode representar as estruturas de dados relevantes da computação: listas, registros, árvores.
É auto-documentado (DTDs e XML Schemas): o próprio formato descreve a sua estrutura e nomes de campos, assim como valores válidos.
A sintaxe restrita e requerimentos de parsing tornam os algoritmos de análise mais eficientes e consistentes.
É editável, devido à popularidade do XML nos dias de hoje, com diferentes níveis de automação, em qualquer ambiente:
Sem automação: editores txt antigos, tais como vi
Com recurso automático de destaque: a maior parte dos editores txt modernos oferece recursos para destaque de XML (distinção visual entre tag, atributo e conteúdo).
Com recursos de visualização e controle (folding) da hierarquia: editores txt mais especializados e editores simples acoplados a navegadores.
Com recursos de validação e análise sintática: ferramentas um pouco mais sofisticadas, orientadas a programadores, tais como as IDEs, ou orientadas a conteúdo, tais como editores XHTML, ambos vem se adaptando para lidar com outros formatos XML, interpretando DTD, XSLT ou XML Schema.
Desvantagens técnicas
As desvantagens em geral se restringem às aplicações que não demandam maior complexidade, tais como vetores, listas associativas (chave-valor) e informações relativas a configuração, em que o bom-senso estabelece a melhor escolha (entre o XML ou um formato menos popular).
O "XML simples" pode ser substituído por formatos mais simples, como properties, YAML, JSON e Simple Outline XML. Os principais critérios para se avaliar a demanda por um formato mais simples são:
Velocidade: a grande quantidade de informação repetida prejudicando a velocidade de transferência real de informação (quando esta é transportada na forma de XML).
Editabilidade txt: o arquivo "XML simples" (como se pode ver nos exemplos acima) pode ser bem pouco intuitivo, dificultando sua edição com editores txt por pessoas leigas, mais ainda no caso de volume de dados muito grandes, onde o XML pode sequer ser facilmente editável por pessoas experientes.
O formato properties, por exemplo, é mais fácil de ser editado por leigos, por ser apenas uma lista de itens do tipo chave-valor, e o JSON é um exemplo de um formato mais prático e rápido em contexto Javascript.
O exemplo abaixo equivale ao exemplo da receita de pão e demonstra como um XML, mesmo sendo sintaticamente válido, pode ficar de difícil leitura quando criado por ferramentas geradoras de código. A interpretação e a edição de grandes arquivos XML não indentados são
Regras para boa formação de um arquivo XML
Todo documento XML, além da tag introdutória, deve ter um único elemento (tag) que sirva como raiz para todos os demais elementos do documento;
XML é case sensitive, portanto difere letras maiúsculas e minúsculas, devendo tomar cuidado com o uso de CamelCases.
Todo elemento XML deve ser iniciado e fechado, exceto o que define a versão do XML usada e outras definições de tag única, exemplo .
a sintaxe dos comentários em XML são feitos iguais ao HTML.
REFERÊNCIAS:
http://pt.wikipedia.org/wiki/XML
http://www.loiane.com/2009/02/introducao-ao-xml/
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