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Uma empresa de biotecnologia obteve as licenças éticas que permitem o desenvolvimento de um experimento que regenera o cérebro das pessoas clinicamente mortas.
Trata-se da companhia norte-americana Bioquark, que obteve permissões do governo dos EUA e da Índia para realizar um projeto chamado de Reanima. Na primeira etapa, 20 pacientes clinicamente mortos do hospital Anupam, da cidade de Rudrapur, na Índia, sofrerão uma intervenção na tentativa de trazê-los de volta à vida.
Os pacientes a serem selecionados são pessoas que sofreram traumas graves e tiveram morte cerebral. Embora permaneçam vivos graças à tecnologia, são declarados clinicamente mortos.
O projeto prevê um tratamento por meio de injeções de células-tronco e peptídeos, aos quais serão acrescentados estímulos neuronais com lasers e outros métodos para tentar reviver certas partes do sistema nervoso central. Várias dessas técnicas já demonstraram sucesso para o tratamento do estado de coma.
Os especialistas esperam saber, daqui a três meses, se o poder regenerativo das células-mãe permitirá trazer de volta à vida certas partes do cérebro, especialmente aquelas responsáveis pelas funções básicas, como a respiração e o batimento cardíaco.
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Tudo não passará de um pequeno incidente e nada terá a ver com o ataque em Nice.O momento, que acontece minutos depois do ataque perpetrado em Nice, com um camião, terá levado muitos a pensar o pior.
Segundo reporta a RT, o incêndio terá tido origem num problema técnico com o fogo de artifício que ocorreu esta noite no local, para assinalar o Dia Nacional da França. Outras fontes dizem, no Twitter, tratar-se de um pequeno incêndio junto à Ponte de Lena e salientam que nada tem a ver com ataques de terrorismo.
Segundo também a Sputiknews, as autoridades já vieram afirmar que tudo não passará de um pequeno incêndio nos arredores do monumento e afasta a hipótese de se tratar de um ato de terrorismo.
fonte: cmjornal
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última quarta-feira (13), a Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados aprovou a criação de uma subcomissão permanente com o intuito de “aperfeiçoar” o Marco Civil da Internet – conjunto de leis que foi elogiado internacionalmente. Segundo o presidente do grupo e idealizador da proposta, Alexandre Leite (DEM-SP), o documento original foi editado às pressas pelo governo de Dilma Rousseff e há necessidade de alterações. A argumentação, no entanto, pode ser questionada.
O político afirma que a regulamentação legislativa proposta pelo Marco Civil, principalmente no que diz respeito ao princípio de neutralidade da rede, trata de questões fundamentais para o funcionamento da internet e foi determinada de forma rápida demais pelo governo anterior. Ironicamente, a proposta de Leite foi apresentada, votada e aprovada por unanimidade sem abrir espaço para debate, algo que por si só também pode ser considerado “apressado”.
Deputado Alexandre Leite (DEM-SP)
No documento de requerimento, uma das justificativas do deputado para a criação da subcomissão é o bloqueio do WhatsApp, que ocorreu algumas vezes no começo do ano com base no texto do Marco Civil. Nesse ponto, vale ressaltar que a Advocacia-Geral da União (AGU) se pronunciou recentemente para destacar que as ordens de interrupção do mensageiro foram baseadas em interpretações erradas da lei de regulamentação da internet.
Boas intenções, desconhecimento ou motivos obscuros?
Antes de mais nada, é preciso esclarecer que não houve nada de “apressado” no desenvolvimento do Marco Civil da Internet. O processo de criação do documento levou dois anos para ser concluído e passou por nada menos do que duas consultas públicas, somadas ainda a estudos paralelos realizados pela Anatel e pelo Comitê Gestor da Internet.
Além do bloqueio do WhatsApp, o presidente da comissão também citou a Ação Direta de Inconstitucionalidade do Marco Civil movida pelo Partido da República junto ao STF – que também foi criticada pela AGU. Por fim, o político critica os “procedimentos para a guarda e proteção de dados por provedores de conexão e de aplicações” previstos na lei, assunto que ele crê necessitar de revisão por se tratar de algo sensível para a privacidade dos usuários.
Alterar o Marco Civil da Internet pode abrir espaço para imposição de limites sobre a liberdade na web
Por mais que o texto do deputado pareça ter boas intenções, é possível que as afirmações contidas sejam fruto do desconhecimento do político sobre o tema – algo que já foi demonstrando em uma fala anterior de Leite, quando ele confundiu a Deep Web com um provedor. Além disso, também é preciso ter em mente que a subcomissão pode servir como oportunidade para a execução depropostas bastante questionáveis, afetando até a liberdade na internet.
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PARIS, 13 JUL (ANSA) - O grupo extremista Estado Islâmico (EI, ex-Isis) planejou um atentado contra a delegação da França durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, de acordo com um relatório de oficiais de inteligência do governo francês divulgado nesta quarta-feira (13). 
A informação foi passada pelo chefe da Direção de Inteligência Militar (DRM), general Christophe Gomart, durante uma audição no dia 26 de maio na comissão parlamentar de luta contra o terrorismo que investiga os atentados de 2015 na França. O relatório da audição, porém, só foi divulgado hoje no site da Assembleia Nacional. Em declarações aos parlamentares, Gomart conversou com o deputado Georges Fenech sobre um membro brasileiro do Estado Islâmico que estaria prestes a "cometer atentados contra a delegação francesa nos Jogos". 
O jornal "Liberation", porém, disse que esta parte do diálogo não deveria ter sido incluída no relatório divulgado hoje e que só aparece no documento por um erro de transcrição. Isso porque o relatório, assim como Gomart, não dão informações sobre a identidade deste brasileiro, nem sua localização (provavelmente ele estaria fora do Brasil e pode já estar detido). Diversos analistas afirmam que os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, que serão disputados de 5 a 21 de agosto, podem ser uma oportunidade para atentados terroristas. A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) elevou em abril o risco de ataque do Estado Islâmico durante as Olimpíadas, alegando que tem aumentado o número de cidadãos do país que se aliam ao grupo extremista.O ministro da Defesa do governo interino, Raul Jungmann, também admitiu que o EI é uma preocupação. Em 13 de novembro de 2015, o Estado Islâmico cometeu uma série de atentados em Paris, os quais provocaram a morte de 130 pessoas. O episódio é considerado um dos mais sangrentos da história recente da França. (ANSA)Veja mais notícias, fotos e vídeos em ansabrasil.
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Após supostamente bloquear sistemas da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e vazar dados de executivos, o grupo hacker Anonymous se posicionou novamente contra a proposta de limite de dados na internet fixa. O alvo agora são os senadores que deveriam votar nesta terça-feira, 12, um projeto de lei no Congresso.
A Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) do Senado esperava colocar na pauta desta terça o Projeto de Lei 174/2016, de autoria do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES). O parlamentar sugere uma alteração no texto do Marco Civil da Internet para proibir, de maneira definitiva, que operadoras imponham um limite de dados nas redes fixas de acesso à internet dos usuários.
A votação, porém, teve de ser adiada. O senador Cristovam Buarque (PPS-DF) pediu vista da PL para que a discussão seja feita também pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). "Creio que esse é um projeto que vale a pena termos uma opinião do ponto de vista dos senadores que cuidam da economia na CAE", disse o parlamentar. O projeto de lei deve voltar à pauta da CCT em sua próxima reunião.
O grupo Anonymous usou o Facebook para pressionar os senadores, publicando um arquivo PDF com a lista de todos os senadores em exercício no ano de 2016, o telefone de seus gabinetes e seus e-mails corporativos. "Já sabem, né? Quem votar contra vai ter #‎exposed, internet 3G cancelada e 30 caçambas de entulho na porta da garagem no dia seguinte!", disseram os hackers.
O termo "exposed", usado pelo grupo, geralmente significa que dados sigilosos serão vazados.
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